Na biblioteca vamos poder ler, ouvir, contar e sonhar, para o mundo abraçar!
Cá estamos nós!
HOJE É DIA DE PORTUGAL!!!
10 DE JUNHO
Em honra do poeta Luís Vaz de Camões
que escreveu a obra Os Lusíadas.
Nessa história,
Camões conta a viagem de Vasco da Gama a Índia.
Ele faz referencia a um grande monstro,
o Adamastor
A
Lenda do Gigante Adamastor
Segundo a lenda, Adamastor era um gigante filho da deusa Terra, que se revoltou, com outros gigantes, contra Zeus, o pai dos deuses dos
Gregos. Furioso, Zeus fulminou-os com um raio condenando-os a vaguear de
costa em costa para sempre.
Foi assim que Adamastor conheceu Tétis, uma ninfa* dos oceanos,
mãe de Aquiles, e por ela se apaixonou.
Mas o Gigante sabia que era feio
demais para conquistá-la e por isso decidiu resolver o assunto pela
força.
Apavorada, Dóris, a mãe de Tétis, tentou desesperadamente convencer a
filha a aceitar o Adamastor como namorado mas perante a recusa desta, teve
de encontrar outra solução.
Depois de muito pensar, a mãe ...
*deusa
"Pensou... e voltou a falar com ela e disse:
- Se não casares com ele não casarás com mais ninguém, incluindo o filho do padeiro da vila.
E então com lágrimas nos olhos exclamou a menina:
-Oh, mas uma coisa, eu é que tomo as minha próprias decisões!
Mas não me interessa o que dizes, eu caso com quem me apetecer e quem eu quiser, põe isso na tua cabeça mãe.
E virou-lhe as costas e foi ter com o filho do padeiro, o Rúben e foram os dois sentar-se num banco de jardim.
E quando houve menos pessoas ela perguntou ao Rúben.
-Queres casar comigo?
E ele respondeu:
-Sim!
Horas depois foram os dois para o castelo e ela disse à mãe que ia casar com o Rúben amanhã e um dia depois do casamento eles descobriram que era bom eles serem só amigos amigos.
Então divorciaram-se e ela disse que ia tentar com o adamastor e quando casaram ela percebeu que ele era muito bonito por dentro."
Beatriz Correia Coelho, 2.ºB EB Casal da Serra
... consegue convencer a filha e decidem, então, com a ajuda de Zeus, montar uma armadilha ao Gigante, dizendo-lhe que Tétis ficaria com ele, se ambas fossem poupadas aos males da guerra.
Cheio de esperanças, Adamastor desistiu da guerra e pede um encontro com Tétis, a sua amada.
Ela aparece-lhe, no entanto quando julgava estar a abraçá-la, apercebe-se estar a abraçar um duro monte, quando este a abraça e beija,
Castigado por se ter apaixonado por esta ninfa, o adamastor vê-se de repente agarrado ao cume de um monte acabando por se tornar numa parte desse monte: o Cabo das Tormentas.
Esse mesmo, o cabo que tanto assombrou a imaginação dos marinheiros portugueses durante a época dos descobrimentos, conforme o relato de Luís de Camões
Uma História por Semana homenageia
a autora Luísa Ducla Soares, no seu 50.º aniversário literário
Conta-nos tudo.
"E fugiu num bote... para bem longe.
E no dia seguinte o rei acordou e a rainha e viram que a princesa não estava no quarto real. Assustados, os pais dela pediram para procurarem a filha por todo o palácio real, mas não a encontraram e o rei e a esposa ficaram ainda mais preocupados.
Lançaram um aviso por todo o reino e países vizinhos.
Demorou um pouco, mas a menina chegou bem e quando pôs os pés na doca viu o aviso que dizia que ela estava desaparecida e ficou triste e então foi ter com a fada corcunda e disse que se não retirasse a maldição ela dava-lhe uma tareia.
Então a fada tirou a maldição e a princesa voltou para casa e a rainha e o rei com lágrimas nos olhos, correram e abraçaram-na e ela desfez as malas e viveram felizes para sempre."
HOJE É DIA MUNDIAL DA CRIANÇA
Por isso a Biblioteca criou estes puzzles para te divertires aqui:
- NÃO ABRAS ESTE LIVRO
- JI_Um nadinha apertados
- JI_O ganso do charco
- 1_Novos contos de fadas
https://www.jigsawplanet.com/?rc=play&pid=0e928c381f5a
- 1_Um dia na praia
- 2_Como apanhar uma estrela
- 2_Uns óculos para Rita
- 3_Um dia no mar
- 3_O livro que voa
- 4_A menina de vermelho
- 4_O tubarão na banheira
Uma História por Semana continua...
Desta vez recolhemos um conto tradicional do Japão
O MENINO QUE DESENHAVA GATOS
Há muito tempo atrás, numa pequena fazenda do Japão antigo, vivia uma pobre família de agricultores que passava o dia inteiro a trabalhar arduamente nos campos. O casal tinha cinco filhos, mas o menino mais novo tinha um físico pequeno e a saúde frágil, o seu nome era Kenji.
Kenji por mais que tentasse não conseguia ajudar os pais e os irmãos por muito tempo no trabalho, logo se sentia sem fôlego e exausto. Então, passava muito tempo sentado sozinho na varanda da velha casa, observando os campos e desenhando. Kenji era talentoso e desenhava tudo, mas o que ele mais gostava era retratar os seus pequenos companheiros, os gatos.
Os pais, preocupados com o futuro do menino, decidiram levá-lo para um templo na esperança de que pudesse tornar-se aprendiz. Chegando lá, Kenji foi calorosamente acolhido pelo monge que ficou admirado com a sua inteligência.
O jovem, bastante dedicado, aprendia rapidamente os ensinamentos e cumpria com todas as suas tarefas. Mas, sempre que tinha oportunidade, divertia-se a desenhar gatos, até mesmo durante as horas de estudo, desenhava nas margens dos livros. E nas paredes, nas colunas. Apesar das diversas e repetidas repreensões, o tutor adorava a arte de Kenji.
Um dia, após ter desenhado muitos gatos num papel, o monge aproximou-se e entregou a Kenji uma caixa que continha o mais encantador conjunto de pincéis e tintas que o menino poderia imaginar. Então, disse-lhe severamente: Meu menino, deves ir embora deste templo imediatamente. Nunca serás um bom sacerdote, mas talvez te tornes um grande artista.
Kenji despediu-se então de todos e partiu, enquanto se distanciava do templo começou a pensar para onde deveria ir. Se fosse direto para casa, tinha certeza de que decepcionaria a sua família e o pai o iria punir por ter sido desobediente. Com medo de voltar para casa, lembrou-se que ali próximo havia um outro templo muito grande e imponente, onde novamente poderia pedir para que cuidassem dele como aprendiz.
Depois de uma longa e cansativa caminhada, ao anoitecer, Kenji finalmente chegou ao seu destino. Subiu a escadaria do templo e bateu na porta. Sem resposta, empurrou-a suavemente e entrou, estava tudo escuro.
O jovem desconhecia que ninguém ousava aproximar-se desse templo, que há muito tempo tinha sido ocupado por um terrível duende forma de rato. Alguns valentes guerreiros tentaram matar o monstro, mas nunca mais foram vistos.
O templo estava decadente, coberto de pó e teias de aranha. Como já estava escuro, tudo o que Kenji podia fazer era esperar que os sacerdotes voltassem. Entrou num salão onde viu uma pequena vela acesa, e ficou fascinado com a quantidade de painéis vazios de papel de arroz na grande sala. Kenji pensou: “Vou decorar essas telas enquanto espero pelos sacerdotes, assim verão quanto sou honrado!” E apressadamente pegou no seu conjunto de pincéis e começou a trabalhar. O menino passou horas enchendo os enormes quadros com gatos majestosos e graciosos. O último gato que Kenji pintou, foi o maior e mais bonito que já havia desenhado.
Kenji pintou um grande número de gatos sobre as telas e ficou cansado e sonolento. Resolveu procurar um lugar para dormir. Encontrou um velho armário, entrou e fechou-se e adormeceu logo.
E...
" O menino que desenhava gatos encontrou um velho armário, entrou e adormeceu logo. E depois Kenji ouviu um barulho e saiu do armário rapidamente foi ter com as suas pinturas e viu a sombra de um rato e era mesmo um rato.
Era o duende que morava naquele templo e o menino muito assustado pegou num dos pincéis que o sacerdote lhe deu e passou numa das suas tintas e passou no gato grande e o gato ganhou vida.
O menino muito feliz disse:
-Uau! Vou chamar-te Micas.
E o Micas foi a correr atrás do rato duende e comeu-o.
Micas e Kenji viajaram pelo mundo todo juntos e viveram felizes para sempre, pintando."
E...
" O menino que desenhava gatos encontrou um velho armário, entrou e adormeceu logo. E depois Kenji ouviu um barulho e saiu do armário rapidamente foi ter com as suas pinturas e viu a sombra de um rato e era mesmo um rato.
Era o duende que morava naquele templo e o menino muito assustado pegou num dos pincéis que o sacerdote lhe deu e passou numa das suas tintas e passou no gato grande e o gato ganhou vida.
O menino muito feliz disse:
-Uau! Vou chamar-te Micas.
E o Micas foi a correr atrás do rato duende e comeu-o.
Micas e Kenji viajaram pelo mundo todo juntos e viveram felizes para sempre, pintando."
Beatriz Coelho, 3.ºB; EB Casal da Serra
A propósito do Dia do Autor Português...
https://blogue.rbe.mec.pt/
Histórias de Pedro Seromenho no Dia do Autor Português
ainda...
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